Tuesday, 26 January 2016

The past couple of days


Tem sido assim assim. Em termos de relacao, tem sido bons os dias. Sinto-me bastante bem ate' como tudo tem corrido. Julgo que a nossa uniao se tornou mais forte. Mas realmente e' cedo para tirar conclusoes. Pelo que simplesmente me agrada o facto de estarmos tao unidos e tao ligados. De sentirmos tanta a falta um do outro. Com isto tambem acabamos ate' por crescer. Nesse sentido, sinto que estou melhor. Ainda sinto a falta dele claro, pois sempre dependi muito de todos e isso e' o que falta em mim, mais independencia. No entanto sinto que em termos de vida no apartamento tem sido relativamente atribulada e tenho dificuldades ainda em planear a minha vida de acordo com o que tenho de fazer. Mas as coisas vao-se fazendo e eu sei que hei-de la chegar. Mas pelo menos sei que agora culinaria e' uma preocupacao minha e ontem fiz um delicioso crumble de morango com creme....Oh de chorar por mais! No trabalho, as coisas nao estao exactamente as melhores. Embora o nivel de stress tenha reduzido, as expectivas de me manterem na Empresa nao sao muitas, pelo menos pelo aquilo que tenho vindo a perceber. No entanto vou tentar manter a cabeca erguida e pensar positivamente. Eu sei que sou capaz de superar esta nova etapa da minha vida. E' um desafio, mas e' um desafio que tenciono completar e superar.

Saturday, 23 January 2016

The Chat


Eu sabia que a razao pelo qual ele nao queria falar comigo e' porque nao conseguimos estar muito tempo zangados um com um outro. Simplesmente nao conseguimos. Durante o tempo em que estivemos chateados um com o outro e recebi uma certa repreensao por parte dele, deixei-me ir abaixo e deixei as pessoas ao meu redor preocupadas e em baixo por minha causa. Ouvi todo o tipo de comentarios "Estas melhor sem ele", "Ele nao bate bem", "Da-lhe a chaves de casa se ele assim quer", "Vai buscar as tuas coisas e deixa-o", "Vais ficar bem sem ele".... Mas apenas uma pessoa disse "Eu acredito em voces. Acredito no amor verdadeiro e acredito no vosso amor. Vais ver que vai tudo correr bem". Somos um casal estranho. Somos pois. Ele e' demasiado maturo, tem demasiada experiencia da vida, e' muito mais inteligente do que eu e sabe o que e' melhor para ele. Eu... a minha idade e a minha experiencia de vida infelizmente nao me permite ser mais sabia. E sou por vezes (na maioria das vezes) uma crianca verdadeiramente imatura. Depois de ter ido lado para pegar nas coisas e vir-me embora, a pedido dele.... Entrei e ele partilhou algo comigo, porque apesar de tudo nao me quer esconder nada. Nao concordei com o que partilhou comigo e acabamos por conversar. Estava muito zangado e cansado, conseguia ve-lo nos seus olhos. Mas depois de falarmos durante o que parecia horas, olhamo-nos nos olhos e choramos... Lagrimas de dor, de amor, de frustracao, de alegria, nao sei explicar... E abracamo-nos. Prometemo-nos um ao outro que nos iremos ter em conta eternamente. E que mais do que um casal somos amigos para a vida. E assim acabamos por concordar que espaco e' necessario sim, pois depois de tudo o que passou a saude dele esta entre a espada e a parede. E assim sendo e' necessario espaco. Aceito isso. Mas ao menos sei que posso sempre recorrer, seja qual for a circunstancia. Seremos os unicos assim? Talvez. Teremos alguma vez um futuro juntos? Uma verdadeira incognita. Casaremos? Nao. Teremos filhos? Nao. Mas o que temos agora e' exactamente isso que quero. Ser feliz.

Tuesday, 19 January 2016

I guess this is it


Penso que desta vez e' de vez. Uma pessoa estando distante comeca a ter outra perspectiva da vida e talvez a saida mais facil seja mesmo a escolha acertada. No entanto doi. Doi pensar que assim do nada o mundo cai-me em cima dos ombros como se nada para alem de negatividade existisse. Eu a pensar que estava a fazer coisas boas, coisas com sentido de forma a ajudar aqueles em meu redor. Mas nao. Aparentemente nunca foi bom. Na minha cabeca as coisas funcionaram de maneira completamente diferente da dele. Disso nao hajam duvidas. Eu sou cruel e nunca o tratei bem. Na minha cabeca sempre tentei ajudar-lhe o maximo que pode sabendo que ele nao podia mais e sabendo que havia uma diferenca de idades. Nesse sentido sempre pensei que fosse entender, que nao tendo idade semelhante, as diferencas de personalidade e ideias vao ser mais que muitas. Tendo que haver algum respeito e aceitacao seja pela inteligencia ou estupidez de ambas as partes. Mas nao, daquele lado sempre houve o desejo de que eu fosse exactamente a mesma pessoa. Inteligente, bonita, perfeita. Pelo que nao cometeria erros. Infelizmente devo ser das muitas pessoas que admite, sou inculta e imatura, mas com uma pessoa da minha idade apenas o tempo e a experiencia me vao fazer crescer. Infelizmente nao acontece de um dia para o outro. Pergunto-me se algum dia sentira a minha falta? Se algum dia seremos novamente amigos? Se algum dia teremos um futuro juntos novamente? Perguntas imaturas e completamente irracionais bem sei, mas desculpem-me... tem sido um dia bastante dificil. Ser imatura implica tambem ignorancia e por consequencia sinto-me tao confusa em relacao a tudo. Aconteceu tudo tao depressa e do nada. Preciso de tempo... de paz... e de perceber exactamente o que aconteceu. Mas para ja sei que esta e' a realidade. Terminou tudo. Por mais que me custe admiti-lo o Marian nao me quer mais na vida dele. Este comeco de ano tem sido mais do que um desafio, primeiro a mudance de casa, os problemas no trabalho e agora isto. Sera com certeza por uma razao, pois nada acontece por acaso. So gostava de saber o porque.

Friday, 15 January 2016

Challenge after Challenge


Esta "nova" vida tem sido um desafio e tanto. Nao estou habituada a fazer refeicoes por conta propria, geralmente e' o Marian que trata dessa tarefa ou em caso de ir a Portugal e' a minha mae. Pelo que cozinhar tem sido um grande desafio, mas tem corrido bem. Como se nao bastasse estou orgulhosa de mim, optei por aproveitar esta nova mudanca na minha vida e comer saudavel, pelo que esta semana ainda nao toquei em carne uma unica vez, fora claro sandes de fiambre para o meu almoco no trabalho. Nada demais portanto, tem sido tudo 'a base de legumes e peixe. Bem bom digasse de passagem, mas sem duvida que sinto saudades de comer "porcaria" va. Entretanto tambem optei por comecar a beber mais agua e menos porcaria. Se em casa bebo um suminho natural, durante as horas de trabalho bebo simplesmente agua, fora o cafe das manhas claro esta. Mais uma vez tem corrido bem e estou orgulhosa das minhas atitudes ate ao momento. O quarto por sua vez, na maioria das vezes ou esta' muito frio ou muito quente, nao ha meio termo o que acaba por me chatear um pouquinho e como se nao bastasse acho que acaba por se reflectir nas minhas noites e a falta de sono, hora sim hora nao estou de olho aberto. Por incrivel que pareca ainda aguento bem, mas ha-de chegar a um ponto que nao posso mais com esta rotina. A ver se a minha almofada de casa resolve a situacao, ja que estou tao habituada a mesma. No trabalho acho que as coisas tendem a piorar e como tal nao vejo alternativa se nao procurar por algo diferente. Se acho um risco? Sem duvida, mas sem desesperos. Agora com alguma antecipacao e' a altura ideal para grandes e diferentes planos. Agora, vou estar de volta da escrita que ja sinto falta da minha actividade favorita - correspondencia. Bom fim de semana.

Thursday, 14 January 2016

New Year - New Life


Este ano comecou de maneira diferente. O mes de Dezembro foi de certa forma assustador e de revelacoes, de maneiras que o ano comecou agitado e com mudancas. Nao numa forma negativa, mas numa forma de tentar ver a vida com outros olhos. No passado mes de Dezembro, passei tres longas semaninhas em Portugal com a minha familia e os meus amigos. Nesse mes algo verdadeiramente assustador acabou por acontecer e o Marian sofreu um ataque cardiaco. Pequenino, mas o suficiente para me deixar de queixo caido e coracao a bater mil/ hora. Se por um lado custa-me a ideia de se encontrar sozinho sem qualquer tipo de apoio, por outro lado nao consigo imaginar o seu fim ser causado por minha culpa. Pelo que entre nos os dois decidimos viver com um casal de namorados. Dar tempo e espaco um ao outro e crescer com isso. Decidimos entao que alugar um quarto para mim seria sem duvida a solucao. A verdade e' que nunca realmente dependi de mim e como tal e' um grande passo na minha vida. Mas optei por escolher algo nao tao solitario e como tal partilho casa com a Jules. Nunca a conheci na minha vida, mas falamos como se nos conhecessemos ha' anos. Gosto do click que se iniciou entre nos. Acho que e' importante para alguem que nunca realmente viveu com ninguem fora da sua zona de conforto. Acho que e' uma boa coisa para ambos. Para ele, pois precisa de espaco para se acalmar, baixar os seus niveis de stress e pensar nele e nele proprio. Nao tem de se preocupar com mais ninguem, para alem de ele proprio. Para mim, porque realmente preciso disto para crescer quer fisicamente, quer mentalmente. No entanto a inseguranca comeca a despertar e tenho receio que este "teste" se torne mais longo do que aquilo que e' pretendido. Mas decididamente alguns meses para ele quero dar... Ele precisa disso. Ambos na verdade. Tem sido um desafio, mas confio que tudo e' possivel e tenho de acreditar em mim a cem por cento.
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