Saturday, 28 May 2016

House - série televisiva


Não é a primeira vez que vejo e revejo a série House e continuo sem me cansar de ver esta série. É de forma geral elucidativa e viciante. House obviamente é o personagem principal desta série e basicamente a série gira em volta de casos raros onde o objectivo de House e da sua equipa é determinar o tão raro diagnóstico que vai concluir o caso de cada episódio. A série no geral proporciona vários altos e baixos de emoções em mim. Tanto dá para chorar como para rir e é isto que basicamente me prende à série, não é de maneira nenhuma aborrecida e acaba também por ser interessante. Mas hoje resolvi apenas partilhar a minha opinião em relação ao episódio treze da sexta temporada (5-9) de House, onde o episódio é praticamente um desenrolar de uma rotina diária da vida de Lisa Cuddy, mais uma das personagens que tanto admiro nesta série. Neste episódio em particular não há grande demonstração da descoberta de um raro diagnóstico mas ao invés a vida atribulada de uma Administradora Geral de um Hospital e no desenrolar deste episódio percebemos que por detrás de uma máscara poderosa e inflexível está um ser humano com sentimentos. Neste episódio testemunhamos a vida stressante de uma pessoa do qual todos dependem e que no fundo não se pode permitir erros. Cuddy desde que decidiu adoptar Rachel não se permitia falhas como mãe e como tal é uma mãe dedicada a Rachel a 100%, fora quando a responsabilidade do trabalho chama. Como se não bastasse sendo a Administradora Geral de um Hospital bem prestigiado tem a responsabilidade de tomar decisões tanto mesquinhas como importantes. Como se ser mãe e ser responsável por um Hospital de grande importância não fosse suficiente ainda tem de lidar com o melodrama da sua vida amorosa com Lucas (e possivelmente House), conflitos sentimentais. Assim sendo como grande fã de Cuddy comecei a perceber o desenrolar do episódio e como a responsabilidade de se ser Cuddy nem sempre é fácil. De forma geral tentei transpor o irreal da televisão para o real da nossa vida como a conhecemos. A vida no geral não é de todo fácil, mas pondo os olhos em personagens como Cuddy, personagens que têm a sua cota parte de real fez-me (faz-me) pensar que a minha vida não é de todo complicada. Muito pelo contrário. E no entanto porque sinto eu que às vezes tudo é uma constante pressão? Um peso nas minhas costas? Se Cuddy, como mãe, mulher bem sucedida a nível professional e companheira fiel consegue ganhar este debate diário entre ela, porque não tento eu também? Pois no fundo a força de vontade tem de partir de nós de sermos bem sucedidos e felizes. Este episódio é sem dúvida um abrir de olhos (espero que definitivo) para me tornar numa pessoa melhor, numa pessoa mais confiante e mais feliz. Admiro pessoas que em semelhança à Cuddy lutam por um dia melhor, um dia com um sorriso nos lábios e altas expectativas. Quero ser assim, apesar dos baixos que enfretamos diariamente poder ter a determinação de me manter lá no topo.

2 comments:

  1. O House foi a minha primeira paixoneta platónica, andava eu no secundário e tinha um poster dele no cacifo, ahah! Deixei de gostar quando mudaram o elenco e não voltei a ver nenhum episódio, mas sempre apreciei a dinâmica entre o House e a Cuddy.

    Kill Your Barbies

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    1. Ahah que engracado :) Tambem sou da opiniao que o elenco podia ter continuado o mesmo, alias a primeira equipa foi e sempre sera a minha favorita de todas as temporadas. No entanto continuo a apreciar cada episodio individualmente. Tenho pena que a saida de Cuddy tenha sido tao repentina :( mas sim tambem eu gosto/ gostei da dinamica entre os dois :) Beijinho

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